Não sei no que me torno. Em algo singular, cujo amor não é partilhado para me tornar plural. A minha vida está-se a tornar monótona e cheia de rotinas. O amor está-se a afastar. A amizade também. Não sei sequer se estou certa enquanto escrevo isto. Tudo o que me rodeia sou eu e a minha vida monótona. Não sei o que é isto. Está a ficar nublado por aqui. E irá chover brevemente.
14 comentários:
que fujas da nuvem carregada de chuva, inês.
também achei, doce
Deixa que chova. Por vezes é preciso. Mas vais ver que depois da chuva, volta o sol brilhante «3
E se precisares, grita por mim. Eu estarei aqui «3
Pega nos teus sonhos e pinta a tua vida. Amas? Se amas luta, poderás viver a pluralidade de uma história, a partilha de um sentimento. Por vezes damos por nós a pedir de mais e temos tanto para sermos felizes. Acredita em ti, luta, faz-te à vida e não deixes que ela se faça a ti. Va, eu sei que consegues, tudo depende primeiramente de ti, nunca te esqueças. Um Beijo :)*
pois, e aí o estrago é maior
pois s:
escreves tanto! que intensidade! que ternura!
afinal de contas, é o mais estranho que temos, que faz com que as pessoas se apaixonem por nós :)*
obrigada inês, foge para um sítio quentinho.
vou fazer...
Espero que não chova nos teus olhos.
foge, não deixes que as nuvens te cobram o coração
depois da tempestade, vem a bonança. pode chover, trovejar, mas o sol virá e muito mais forte :') força doce
Enviar um comentário