vocês fazem-me rir. mas não é rir de alegria, é rir de raiva, de estupidez, de falsidade.
tu, a quem eu chamei de segundo melhor amigo e com quem gastei tempo e imaginação, trocaste-me, sem uma única palavra.
a perda de tempo é assim tão grande quem já nem mereço umas meras palavras? tenho que saber por outros? ai, a falsidade irrita-me tanto. a falsidade mata-me por dentro, destrói tudo aquilo em que acredito, tudo aquilo que sou e tudo aquilo que respeito; a falsidade eu não respeito.
e sabem que mais? não me contam as coisas logo porque eu sou directa. PREFIRO SER ASSIM, DO QUE DIZER TUDO NAS COSTAS E DE NÃO TEREM TOMATES PARA DIZER NA FRENTE, NA CARA! se for à boca d'alguém, fui. o azar é meu. os problemas são comigo. olha qu'essa.
as chamas do ódio que há em mim, consomem todos os meus órgãos e o meu coração, desde que soube, diz para falar, para deitar tudo cá para fora! mas porque é que eu sou tão racional?! sim, eu sei; porque eu sei que se eu fizer algo, os problemas vêm até mim e acabam por me consumir também. cada vez que olho para vocês os dois, a trocarem palavras, a rirem-se... é uma chapada na cara. era tudo aquilo que tu e eu deveria-mos ter feito!
mas bem, fizeste a tua escolha. escolhes-te nas costas, mas eu já estou tão habituada... mas de ti, eu não esperava isto. dela? dela já eu espero tudo, com ela lido eu bem.
agora é mesmo: cagar e andar.
